Durante uma agenda em Jutaí, o senador Eduardo Braga (MDB-AM) destacou que a implementação da rodovia que conecta o Amazonas ao restante do país, a BR-319, está mais próxima do que nunca. A declaração foi feita no dia seguinte ao aniversário de 50 anos da via, durante uma entrevista ao podcast local. Braga abordou temas relevantes como o extrativismo mineral, desenvolvimento sustentável e os desafios enfrentados na Amazônia.
Progresso na BR-319
O senador Eduardo Braga afirmou que há um clima otimista em relação à BR-319. Segundo ele, “a nossa briga sobre a BR-319 nós vamos vencer”. Essa declaração reflete as persistentes articulações em Brasília visando viabilizar a rodovia e enfrentar os entraves burocráticos que a cercam.
Críticas à Ministra do Meio Ambiente
Braga também fez críticas à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, ao comentar os obstáculos que a população do Amazonas enfrenta. “Ela quer tratar os nossos trabalhadores como se fossem bandidos”, disse, enfatizando que o povo do Amazonas, que preserva 97% da floresta, merece reconhecimento e não perseguição.
Defesa do extrativismo mineral familiar
No contexto da conversa, o senador defendeu a legalização do extrativismo mineral familiar com uma abordagem responsável em relação ao meio ambiente. Segundo ele, a sua gestão como governador havia legalizado essa prática, mas mudanças na legislação resultaram na criminalização. Braga reiterou sua intenção de garantir o enquadramento legal dessa atividade, diferenciando-a da mineração irregular e promovendo desenvolvimento econômico e social na região.
Além das discussões sobre a BR-319 e o extrativismo, Braga também participou de uma carreata, inaugurou uma Unidade Básica de Saúde e anunciou um convênio de cerca de R$ 6 milhões para fortalecer o setor de saúde em Jutaí. Ele sublinhou que as melhorias observadas no município são frutos do trabalho da bancada federal, em um cenário de escassez de investimentos estaduais.
O senador destacou ainda a importância de continuar apoiando o setor produtivo com recursos para aquisição de equipamentos, como casa de farinha e implementos agrícolas, garantindo assim que as articulações em Brasília resultem em benefícios concretos para o povo do interior do Amazonas.
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