Matou por R$ 7 mil: Paulista Boiadeiro é preso pela polícia

Matou por R$ 7 mil: Paulista Boiadeiro é preso pela polícia

Manaus — Uma discussão motivada por uma dívida de R$ 7 mil resultou em um ato de violência extremo no bairro Colônia Terra Nova, na zona norte de Manaus. Ítalo Lima da Silva, um mecânico conhecido na região como “Coelho”, foi assassinado a sangue-frio na última segunda-feira (4) em sua residência e local de trabalho.

O principal suspeito é Alex Fernandes Gomes, de 41 anos, apelidado de “Paulista Boiadeiro”, que foi preso na terça-feira (5) por agentes da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).

Motivação do Crime

A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) trabalhou na apuração dos fatos e identificou que a motivação do crime estava ligada a uma questão financeira. Alex foi até a casa de Ítalo para cobrar uma dívida de R$ 7 mil, que segundo informações, referia-se a um serviço realizado em um ar-condicionado automotivo.

A cobrança, que deveria ser feita de forma civilizada, rapidamente se transformou em uma discussão acalorada. Durante o auge da confusão, o suspeito sacou uma arma de fogo e disparou contra a nuca do mecânico, resultando em sua morte instantânea.

Impacto Emocional e Testemunhas do Crime

O ato brutal não apenas tirou a vida de Ítalo, mas também teve um impacto emocional devastador em sua família. A esposa e a filha de apenas 4 anos estavam na casa durante o crime, testemunhando a cena horrenda que se desenrolou diante de seus olhos.

A companheira do mecânico, superando o choque, conseguiu reconhecer Alex como o autor do disparo. Suas declarações foram cruciais para que os investigadores da Polícia Civil identificassem rapidamente o suspeito.

Resposta Rápida da Polícia e Prisão

Com a identificação do criminoso feita pela viúva, a Polícia Civil começou a agir rapidamente. Alex, que trabalhava em uma metalúrgica na mesma área onde ocorreu o crime, foi preso em um espaço temporal inferior a 24 horas após o homicídio.

Os investigadores o surpreenderam em seu expediente, levando-o sob custódia para a DEHS, onde foram realizados os procedimentos padrão. Atualmente, Alex encontra-se à disposição da Justiça, aguardando as etapas subsequentes das investigações, que visam concluir o inquérito policial. Futuramente, o caso será enviado ao Ministério Público para os trâmites legais.