Amazonas – O movimento A Virada Feminina Amazonas está expandindo suas operações no estado, criando novas diretorias dedicadas ao interior e ao suporte de mães atípicas. O anúncio foi feito em um encontro realizado em Manaus, que ocorreu na quarta-feira (27), reunindo lideranças femininas de diversas cidades do Amazonas.
A nova coordenação voltada para mães atípicas será liderada por D’Angela Brasil, que reside na zona norte de Manaus. Com anos de experiência no acolhimento de mulheres que enfrentam desafios na criação de filhos com necessidades especiais, D’Angela busca fortalecer a rede de apoio. Sua meta inclui promover palestras, iniciativas sociais e um ambiente acolhedor para mães que convivem com rotinas desafiadoras.
A parceria com a Virada Feminina promete ampliar o alcance das atividades já desenvolvidas na capital, oferecendo suporte vital para essas mulheres. Durante o encontro, foram anunciadas novas representantes do movimento em várias partes do interior do Amazonas.
Saluvia Bemerguy, por exemplo, assume a direção da Virada Feminina em Tabatinga, enquanto Gicely Freitas ficará à frente das ações em Atalaia do Norte. Dion, que não pôde estar presente, representará o município de Benjamin Constant. Essas mulheres desempenharão papéis fundamentais em suas comunidades, focando em causas sociais e apoio às mulheres daquela região.
Na foto: Saluvia Bemerguy, presidente da Virada Feminina em Tabatinga; D’Angela Brasil, responsável pelas ações voltadas às mães e crianças atípicas; Cileide Moussallem, presidente da Virada Feminina no Amazonas; e Gicely Freitas, representante da Virada Feminina em Atalaia do Norte.
As participantes do encontro enfatizaram a relevância de fortalecer mulheres que atuam em causas sociais nos municípios amazonenses, uma ação coletiva que busca unir lideranças femininas em iniciativas de apoio e acolhimento. A ideia é incentivar o protagonismo feminino em todos os cantos do estado, criando uma rede sólida de suporte.
Além disso, todas as representantes deram destaque à força das mulheres do interior do Amazonas. Elas defendem a necessidade de criar uma rede de apoio robusta que alcance mães, líderes comunitárias e mulheres em situação de vulnerabilidade em diversas cidades do Amazonas. Essas mulheres, muitas vezes enfrentando dificuldades sozinhas, encontrarão na Virada Feminina um espaço para compartilhar experiências e buscar soluções coletivas.
O movimento se consolidou não apenas como um apoio para as mães atípicas, mas também como um espaço onde questões sociais podem ser discutidas e enfrentadas coletivamente. Cada uma das novas diretoras trará perspectivas únicas e experiências valiosas para suas áreas de atuação, contribuindo para a construção de uma rede que visa transformar realidades.
A Virada Feminina Amazonas se propõe, assim, a ser um elo forte entre as mulheres do estado, promovendo a troca de conhecimentos e experiências. O objetivo final é fomentar um ambiente onde todas se sintam seguras e apoiadas em suas jornadas únicas, especialmente aquelas que precisam de um suporte mais dedicado.

