Manaus – O prefeito de Manaus, David Almeida, vistoriou, neste domingo (29), obras de mobilidade urbana nas zonas Norte e Leste da capital, acompanhando o início da fundação do complexo viário “Passarão” e a execução da nova interligação entre as avenidas Governador José Lindoso (avenida das Torres) e a avenida Timbiras. Essas intervenções trabalham para resolver gargalos históricos da mobilidade urbana, evidenciados pelo crescimento acelerado da frota, saturação de corredores viários e aumento do tempo de deslocamento, combinando ampliação e melhoria da capacidade viária com racionalização do transporte coletivo.
O complexo viário “Passarão” já iniciou a perfuração da primeira das mais de 200 estacas que darão sustentação à estrutura. Este projeto será o quarto viaduto entregue pela atual gestão e visa reorganizar o fluxo em uma das áreas mais movimentadas da cidade. “Não é apenas mais um viaduto, é uma solução de trânsito. Manaus já tem mais de um milhão de veículos circulando. Ao concluir essa obra, a população vai chegar mais rápido ao trabalho e voltar mais cedo para casa. Isso é qualidade de vida”, afirmou o prefeito David Almeida.
O vice-prefeito e titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), Renato Júnior, destacou o caráter técnico das intervenções. “A obra do complexo viário ‘Passarão’ começa pela fundação com mais de 200 estacas profundas que garantem a estabilidade e a durabilidade da estrutura. Além disso, a interligação entre a Timbiras e a avenida das Torres corrige um traçado ineficiente do sistema viário, melhorando a operação do transporte coletivo e reduzindo o tempo de percurso”, explicou.
Na sequência, o prefeito vistoriou a obra de interligação entre a avenida Timbiras e a avenida das Torres, criando um novo eixo viário direto entre a Cidade Nova e uma das principais vias estruturantes da capital. Esta nova ligação elimina desvios longos atualmente necessários para o transporte coletivo e terá um impacto direto nas contas públicas. Atualmente, o município paga mais de R$ 10 por quilômetro rodado no sistema de transporte, resultando em um custo mensal estimado em R$ 2,3 milhões. Com a nova via, a economia pode chegar a quase R$ 30 milhões por ano.
“Talvez à primeira vista pareça apenas uma rua, mas essa obra vai reduzir custos do transporte coletivo e permitir que a prefeitura invista mais em infraestrutura. Estamos corrigindo um erro de planejamento urbano e criando eficiência para a cidade”, reiterou David Almeida, ressaltando a importância da nova via, que será denominada travessa Billy Graham, em homenagem a um dos maiores líderes religiosos do mundo cristão, ampliando também o simbolismo do projeto.
Essas duas intervenções integram um conjunto de obras estruturantes voltadas à mobilidade urbana, com foco na redução do tempo de deslocamento e melhoria do transporte público. O impacto para a população é direto: menos tempo no trânsito, maior eficiência no transporte coletivo e melhor uso do investimento público.
Com informações da Assessoria.

