Manaus – O Grupo DBS está visando uma nova era na produção de motocicletas elétricas no Brasil, com um plano audacioso que promete atingir 15 mil unidades até 2026. Este projeto inovador, que conta com a colaboração da startup Vammo, visa não apenas expandir a capacidade produtiva, mas também solidificar a posição da empresa na Zona Franca de Manaus.
Nova Planta Industrial e Crescimento da Força de Trabalho
Para suportar essa expansão, o conglomerado está investindo na construção de uma nova planta industrial de 4.000 m². O local atual, com 1.500 m², continuará a operar focado na fabricação de bicicletas e ciclomotores. Assim, a nova unidade será dedicada à montagem de motocicletas elétricas e também versões a combustão, diversificando ainda mais a produção. Com essa mudança, a expectativa é criar 200 postos de trabalho diretos, contribuindo significativamente para a economia da região.
Processo de Fabricação e Inauguração
A produção das motos elétricas começou em 20 de abril, com as linhas a combustão sendo introduzidas em 11 de maio e as bicicletas elétricas em 25 de maio. A grande cerimônia de inauguração da nova unidade está programada para 25 de junho, marcando o auge desse processo de transformação. Esse cronograma demonstra um comprometimento com a inovação e eficiência no setor de mobilidade.
Solução Sustentável e Inovadora
O financiamento dessa estrutura envolve um investimento de R$ 300 milhões anunciado pela Vammo para os próximos dois anos. O objetivo é aprimorar tecnologia de baterias, postos de recarga e expandir a frota já existente, que atualmente conta com 5.000 unidades para entregadores. A abordagem de serviços por assinatura está se expandindo, de acordo com Ricardo Ducco, diretor de marketing da DBS, que tem como foco a construção de uma rede de transporte sustentável, alinhando tradição com inovação.
Com um crescimento notável no mercado, a DBS subiu de 16ª para 11ª posição no ranking da Fenabrave. No segmento de eletrificados, a empresa lidera com mais de 28% de participação, solidificando seu papel como protagonista na transição para a mobilidade elétrica no Brasil.




